Autores


clique-diario

Clique diário

✨ Alfa Bile — fotógrafo, poeta e escritor. Autor do livro Lume, suas obras Fine Art já decoram hotéis como Hilton e Mercure. Publicado pela National Geographic e DJI Global, expressa nas imagens e palavras um olhar poético sobre a natureza e a vida 📸 @alfabile | 🛒 @alfabilegaleria

[ alfabile@gmail.com]



Mais recentes deste colunista


Dourado em silêncio

O dia nasce sem pedir licença e pinta tudo com calma — como quem sabe o que faz. O mar respira luz, as pedras guardam o tempo, e o mundo, por um instante, desacelera


Memória em miniatura

Do alto, a história parece maquete. A Casa da Cultura e o Museu repousam lado a lado, guardando o passado no coração da cidade. Pequenos na escala, gigantes no significado


Geometria da fé

De cima, a Igreja Matriz revela um segredo: linhas, simetrias e histórias que poucos enxergam. O que para muitos é fachada, para o olhar atento se transforma em arquitetura viva


Clássico que Nunca Falha

Cabeçudas tem esse talento raro: ser refúgio e movimento ao mesmo tempo. Entre guarda-sóis coloridos e o verde que abraça a praia, cada dia ali parece férias — mesmo quando não é


Continua depois da publicidade


Refúgio escondido

Antes de Cabeçudas, a prainha revela sua calma. Um canto simples onde o mar encontra a paz. Ali, a natureza fala baixo e tudo desacelera


Entre o Verde e o Azul

Do alto, Itapema revela sua forma. A cidade cresce entre a mata e o mar, como quem encontra equilíbrio Entre natureza e horizonte


A igreja no espelho

Depois da chuva, a cidade ganha um espelho inesperado. Na poça da avenida Marcos Konder, a Igreja Matriz reaparece inteira. Às vezes, a beleza mora justamente no que quase passa despercebido


Entre a Mata e o Mar

No Pontal Norte, o caminho de madeira abraça a paisagem. A mata oferece sombra, o mar traz silêncio. E ao fundo, Balneário Camboriú ergue sua cidade diante do horizonte


Continua depois da publicidade


Costurando o mar

Na Beira Rio, o pescador remenda a rede com paciência antiga. Cada nó guarda o gesto de gerações que viveram do mar. Antes da pesca, existe esse silêncio de mãos trabalhando


O Olhar da Câmera

Do alto do Morro da Cruz, a cidade se abre em silêncio. Entre Itajaí e Navegantes, o horizonte guarda histórias. E a câmera revela aquilo que os olhos aprendem a sentir


Entre o sol e o porto

No molhe, um pescador observa o dia se despedir. O navio manobra enquanto o sol desenha ouro sobre o rio. E o skyline de Itajaí assiste — silencioso — ao espetáculo do entardecer


Memória em paredes

A Casa da Cultura Dide Brandão guarda o tempo entre suas paredes. Arquitetura que respira história no coração de Itajaí. Um lugar onde a cidade aprende a lembrar


O Mar que Vira Névoa

Na madrugada de Atalaia, o tempo desacelera. A longa exposição transforma o mar em nuvem líquida. As rochas permanecem — como guardiãs silenciosas da noite


Continua depois da publicidade


Onde a cidade encontra o mar

Do alto, Camboriú observa Balneário Camboriú crescer em direção ao horizonte. Entre rios, morros e concreto, a paisagem revela seu equilíbrio improvável. Uma coreografia entre natureza, cidade e o azul infinito do Atlântico


Gigante ao primeiro raio

O navio corta o rio enquanto o amanhecer tinge o porto de rosa. Guindastes despertam como sentinelas de aço na névoa suave. Entre Itajaí e Navegantes, o dia começa movido a mar, trabalho e horizonte


Arquitetura do mar

A onda se curva em Cabeçudas como uma escultura viva. Transparente e intensa, ela revela o azul e guarda o silêncio do fundo. Por um segundo, o oceano constrói sua própria catedral líquida


Fogo suave na praia dos Amores

O sol nasce incendiando o céu sobre a praia dos Amores. O mar devolve em reflexo cada tom de laranja e carmim. Entre montanha e areia, o dia começa como uma promessa ardente


Pedaço de paraíso

A praia do Atalaia explode em cores que parecem impossíveis. O céu em chamas abraça o mar, enquanto a estrada conduz ao infinito. Entre verde, rosa e sal, existe um lugar que ensina o coração a desacelerar


Continua depois da publicidade


Navegantes em tons de aurora

A praia Central desperta sob um céu que mistura rosa e silêncio. A cidade ainda sonha, enquanto o mar desenha linhas suaves na areia. Entre prédios e montanhas, o amanhecer costura luz sobre o horizonte


Atalaia em tons de rosa

A praia do Atalaia desperta sob um céu que parece pintado à mão. O mar respira manso, enquanto a areia guarda os primeiros passos do dia. Antes do barulho, existe esse instante: puro, leve e quase secreto


Cidade entre nuvens

O bairro Fazenda desperta coberto por um véu de névoa. Prédios e morros flutuam como ilhas no silêncio da manhã. Por instantes, Itajaí parece respirar dentro das próprias nuvens


Entre o silêncio e o skyline

Na pequena enseada escondida, o mar sussurra segredos. As pedras guardam o silêncio, enquanto os arranha-céus vigiam o horizonte. É onde a natureza e a cidade fazem as pazes… em azul infinito


Entre a pedra e o horizonte

O sol nasce pintando de ouro a pedra de Cabeçudas. Ao fundo, o cargueiro corta o mar como quem atravessa o tempo. Natureza imóvel, mundo em movimento — e o dia começa


Continua depois da publicidade


Quando a luz aprende a chegar

O dia ainda sussurra no horizonte. As sombras recuam devagar, como quem respeita o silêncio do mar. Na Praia do Atalaia, a aurora acende o mundo sem pressa


Força do costão

No Pinho, as rochas não são pedra: são memória do tempo. O mar insiste, avança, recua… e aprende a respeitar. Ali, cada onda é aula de resistência esculpida em sal


Céu no asfalto

No estacionamento do Atalaia, o universo resolve se duplicar. Uma poça vira portal e o chão aprende a sonhar. Às vezes, basta baixar a câmera para tocar o infinito


Aurora em Cabeçudas

A espuma desenha mapas efêmeros na areia silenciosa. O sol ensaia seu primeiro suspiro sobre o mar. E eu, pequeno diante do infinito, só agradeço por estar ali


Onde a Cidade Aprende a Torcer

O Clube Náutico Marcílio Dias repousa no coração urbano, um campo que guarda gritos, silêncios e memórias. Entre concreto e arquibancadas gastas pelo tempo, o futebol vira linguagem — e Itajaí, toda ela, aprende novamente o verbo eterno: acreditar


Continua depois da publicidade


Onde a cidade respira

Do alto do Morro da Cruz, Itajaí se abre em verde e concreto, lembrando que até a cidade precisa aprender a pausar


Refúgio chamado silêncio

A praia da Solidão se revela intacta, onde o verde abraça a areia e o mar respira lento. Ali, o mundo diminui e o essencial permanece


Jornal Diarinho ©2026 - Todos os direitos reservados.