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JotaCê

JotaCê

JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.

Passarinho falador


Do alto de uma frondosa árvore, o passarinho falador observou que no final de semana os pré-candidatos à prefa de Navega-City consumiram muita sola de sapato. Fizeram questão de muitas reuniões e conversas nos bairros.

Bico afiado

A estratégia é parecer um líder com vontade de participar, de lutar pelas pessoas, de fazer muito, sem medo de ser feliz. Alguns, no entanto, não são donos da própria vontade, dependem dos comandos e do humor do prefeito Bob Carlos (PSDB). Por favor, não joguem pedra no passarinho, ele é apenas um bom observador que não consegue ficar com o bico fechado.

Quem?

É essencial, segundo um cientista político do Gravatá, olhar o cenário e refletir. Quem foi oposição de verdade à dinastia Bob Carlos nos últimos oito anos? A resposta é fácil: PMDB (Lino) e PT (Murilo). Mudar de lado na última hora pode descambar as reputações políticas.

Sem lógica

Se o encaminhamento político em terras dengo-dengo fosse lógico, estaria, na ótica do Mago do Gravatá, definida a coligação de oposição: PMDB/PT. Entrariam na mesma balaia ainda os partidos menores como o PDT, PSol, REDE, PV, PMN e o traído PP (lembrando que o “Little” Bob (ou Bob Jr.), ops, Emílio Vieira debandou para o PSDB).

Mago do Gravatá

Segundo o Mago do Gravatá, Navega-City vive uma grande expansão, tem um outro olhar sobre o ambiente político. Isso pode interferir nos planos de muitos caciques políticos acostumados a ditar as regras. Imagina só se as pessoas aderirem a uma novidade? Corre o risco do político tradicional acabar mofando com as pombas na balaia!

Será?

Como as mudanças correm toda vida do outro lado da vala, a lógica eleitoral por lá pode já não ser a mesma do passado. O nome de alguns homens de negócio tem sido colocado na roda de discussões neste momento de indefinições. O Rinaldo (PP) é a figurinha comentada no momento e tem muita gente a favor da causa. Será que essa figurinha completa o álbum?

Cabeça lustrada de chapa

As bocas de caçapa alardeiam que agora é correr para acomodar tudo e apresentar as chapas dentro do prazo. O esforço será atrair pessoas para a mesma ladainha de sempre: um “novo projeto político”. Pela situação, o Bob já definiu o “brilhante e lustrada” (com perdão do trocadilho!) cabeça de chapa.

Não tem brilho?

E busca agora criar uma estratégia para apontar um vice entre Venício (PSD), Cidinho (PR) e Donizete (PSB). Neste caso, dizem os bocudos (oh gente que não tem o que fazer!), o que parece claro é que os candidatos à vice, apesar do discurso, não têm voo e nem brilho próprio. Vivem na sombra, mas ao primeiro comando estarão juntos e misturados com o poder. O que explica este comportamento?

Correndo por fora

Assim como em grande parte do país, o eleitor quer ser o grande protagonista das suas escolhas, e cansou de bobiça. O momento é de apoiar as boas causas. Temos uma crise de representatividade também depois do ferry-boat?

Cenário

Este cenário abre espaço para que a Cida da Padaria, a Chica do CAIC, o Jonny Bombeiro, o Lauro repórter, o Cirininho, se coloquem como alternativa. Pode Navega ter uma opção pouco, digamos, ortodoxa? Um sentimento é que possa ainda surgir um perfil bem distinto de tudo o que está circulando por aí.

Por onde andam?

Com este cenário de preocupação com o futuro, vai ser o ‘pau da goiaba’ convencer os eleitores de que “daqui pra frente tudo vai ser diferente” e que “esse cara sou eu”. O povo deixou de ser abobado. Alguns nomes anteriormente cogitados e assumidos como pré-candidatos, vão ficando pelo caminho. Samuel, Lino, Juliano de Maria, Nardelli, Ditmar...

Por onde andam? 2

Oportunidade desperdiçada? Ou “ainda não é o momento”? Ou “vou seguir as diretrizes do partido”? E o Luizinho do PT, em virtude do cenário político instalado no país, atravessa um momento digamos, desconfortável. Será capaz de se reinventar e voltar para o jogo?

Ou um...

O vereador Marcelo Achutti, o Quero-Quero (PP), em contato com a coluna, afirmou que existem 10 projetos semelhantes ao que pediu vistas. E que não pode haver distinção deste ou daquele, por isso pediu vistas, além disso, as medidas mitigatórias só seriam propostas após a obra, o que pode ensejar, dependendo do futuro prefeito, valores consideráveis aos empresários, considera Achutti.

...Ou todos...

Quero-Quero também alfineta seus pares ao lascar que existem vários projetos para análise, aprovação ou rejeição: “Porque não aprovam projeto das construtoras e empresas como a FG, Procave, Havan, entre outros?”. Por fim, Achutti aproveitou a esanca oportunosa pra dizer que agradece todas as oportunidades que o prefeito Periquito lhe concedeu, além de reafirmar a amizade pessoal, contudo: “meu partido tem candidato a prefeito”.


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