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JotaCê

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JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.

Barbudinho


Os progressistas peixeiros, reunidos no finde, avalizaram o nome do advogado João Paulo Tavares Bastos Gama, como pré-candidato a prefeito do PP

O socadinho escriba visitou a barragem que barrou o sal da água do itajaiense, construída pelo ex-prefeito e hoje pré-candidato a prefeito, Volnei Morastoni (PMDB)

O socadinho escriba almoçou com o pré-candidato a prefeito do PMDB peixeiro, Volnei Morastoni, no finde. O barbudinho, entre uma garfada e outra, no estilo ‘paz e amor’, falou sobre vários temas e o que pretende fazer se lograr se eleger para a principal cadeira do paço da Vila Operária.

Suprapartidário

Volnei foca na questão do porto de Itajaí e defende que, independente de questões partidárias e eleitorais, é necessário formalizar um grupo suprapartidário, envolvendo a prefa, a câmara de vereadores, Univali, a bancada federal, Alesc, Fiesc entre outros e ir bater na porta do governador com cara de padreco, Raimundo Colombo (PSD).

Em Brasólia

Morastoni defende que o governador Raimundão seja o porta-voz do porto de Itajaí e de sua importância econômica, desenlaçando, por exemplo, a necessária prorrogação do contrato com a poderosa APM. “Não é apenas o investimento de milhões de reais da APM, que tornariam o porto competitivo e ágil, mas a tecnologia em equipamentos de ponta que alavancariam o terminal de Itajaí”, pontua Volnei.

PT X PMDB

Volnei jura que sua saída do PT começou quando houve a tentativa de expulsar seu filho, o vereador Thiago Morastoni (por conta de declarações à coluna do JC). E que o radicalismo e o sectarismo de algumas pessoas da sigla, em Itajaí, acabaram por selar sua saída após a eleição. E que sua ida para o PMDB estava traçada, pois foi um convite do saudoso ex-governador bigodudo, Luiz Henrique da Silveira. 

Peemedebista

Morastoni também afirma que se dava bem com a dama de ferro, Eliane Rebello (PSD), que era “beijinho pra cá e pra lá”. Ele avalia que ela errou politicamente ao abandonar a presidência da sigla e o comando da SDR. Diz que nunca pretendeu entrar na sigla ‘por cima’. “Eliane continuaria no comando da sigla e tudo seria diferente”, jura. Volnei diz ainda que era visto como “peemedebista entre os vermelhinhos”.

Pediu perdão

Volnei revelou que procurou o ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini (PP), e lhe pediu perdão se por palavras ou atos tenha lhe ofendido. Propôs que no pleito que se aproxima não viceje a tradicional baixaria. “Falei para o Jandir que era importante ter um debate eleitoral em alto nível, sem baixarias, e sim com propostas para a cidade”, defendeu.

Pincel na mão

O ex-prefeito diz que, quando não conseguiu se reeleger em 2008, não conseguiu avançar no projeto que tinha pra cidade. “Foi como tirar a escada de alguém que está pintando uma parede. Fiquei com o pincel na mão,” ilustra.

Espelha-se na BBB

Morastoni diz que ao ver a oposição ferrenha que a minha musa, a pré-candidata tucana, Anna Carolina, faz na câmara, relembra do seu tempo de vereador, quando também agia dessa maneira. “Contudo, é preciso experiência pra ser prefeito no atual momento de crise que atravessa o país e afeta profundamente Itajaí”, frisando que enfrentou quatro eleições até se eleger prefeito.

Conversando

Volnei conta, também, que está conversando com o PR, PDT, PPS, PCdoB, Solidariedade e PRB e que se diz esperançoso de que essas siglas estejam em seu projeto de eleição. Afirma que só não tem conversado com o PSB e o PT, que já tinham declarado que não tinha papo. E que não seria por mágoas passadas com VM e, sim pela pecha imposta de golpista ao PMDB nacional por conta da presidente afastada Dilma Rousseff (PT).

Virar a página

Volnei, ainda embalado no “Volnei Paz e Amor”, garantiu que se conseguir se eleger, quer virar a página e promover um governo de união para o bem da cidade, sem rancores. “Itajaí está acima de tudo e de todos”, afirma.

Repercussão

As falas de Fabio Rezes, o Fabinho, presidente do PR, repercutiram muito mal nas siglas citadas. Segundo bocas de tarrafa, Fabinho tem tumultuado o cenário político com sua leitura distorcida e antiética no meio. Revelações desse nível, além de isolar o PR, acabam por constranger políticos experientes, como os vereadores Maurilio Moraes e Dulce Amaral. Será que comungam das mesmas opiniões?

Nos dedos

O vereador Dedé da Murta afirmou à coluna que “muitos querem me vender” e que Fabinho está equivocado ao declarar que seria coordenador da campanha ao paço de Maurílio Moraes. Dedé voltou a garantir que não é candidato e que no momento certo irá divulgar o caminho que pretende trilhar na vida pública.

Nos dedos 2

Já o vereador, vice-presidente do PPS, e pré-candidato da sigla, Fabrício de Oliveira, em nota nas redes sociais, garantiu que seu partido não formalizou nenhum bloco, como afirmou Fabinho (garantindo que PR, PPS e PDT estariam juntinhos). Marinho diz que ninguém tem autorização pra falar em nome da sigla.

Bons ouvidos

Esta eleição promete contemplar não os linguarudos, mas os que ouvem melhor. Se os interesses escusos e a verborragia derem espaço a uma boa audição da voz das ruas, o sucesso parece ser mais certo do que o velho modelo político da mentira temporal.

Solidariedade

Corre feito rastilho de pólvora que o projeto de Osvaldo da Mancha Branca Mafra está em consonância com os anseios populares. Com isso, a aproximação com projetos de renovação e reestruturação da política tem atraído a sigla e seu líder. Enquanto alguns dirigentes desdenham de Mafra lhe apontando como homem que delira muito, outros partidos têm respeitado sua liderança e seu extrato eleitoral.

Só se mandarem carcar

Na última semana a polêmica ficou por conta de Marcelo Saldré, ops, Sodré. O líder brizolista sentou com o prefeito JB e lascou cartas na mesa, discordando em gênero, número e grau da indicação de João Paulo Tavares Bastos Gama para a candidatura oficial do governo e Nikolas Reis de vice. Dizem os que presenciaram a peleia que Jandir pediu a disponibilidade dos cargos, mas Sodré diz que só sai se for mandado embora. Eitcha!

Tá certo?

Quem faz conta política afirma que Marcelo Sodré está certíssimo na matemática. Com Nikolas na cabeça, o PDT além de garantir espaço político no governo até dezembro, tem o maior número de pessoas físicas engajadas para financiamento.

Já de vice

Como vice, não interessa para a proporcional, sendo mais vantajoso indicar outro nome e deslocar Nikolas Reis para a majoritária com o intuito de garantir mais um vereador na câmara em janeiro de 2017. Nikolas Reis tem respeitado os caminhos do PDT até aqui e tem aguardado com ansiedade o comando de seu destino político.

Vereador ou vice

O presidente do PT peixeiro, Felipe Damo, em declaração assinada, diz que o entisicado Rômulo Mafra se encontra apto pra ser pré-candidato a vereador ou vice do partido. Hummmm...


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