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JotaCê

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JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.

Gororoba do JC


O tempo passa, o tempo voa... Não fique de fora da sétima Gororoba do JC, dia 31 de agosto, no Píer da Vila da Regata, a partir das 12h. As camisetas para o evento, pela facada de 50 pilas, já podem ser adquiridas na rua Francisco de Paula Seára, 192, Dom Bosco. Maiores informações nos fones (47) 8842.9084 e 8823.9207 ou através dos e-mails jc@diarinho.com.br e jcdodiarinho@gmail.com Bora lá!!!

Barrados no baile...

O vereador Clayton Batschauer (PR) foi proibido de entrar no abrigo dos aborrescentes que fica localizado na rua Indaial, na manhã de ontem. É de se lamentar que tal atitude tenha sido tomada. Atitude que pode fazer com que cabeças rolem no asfalto. É uma questão grave. O socadinho escriba, que estava presente, convidado pelo vereador pra ir ao local, também não teve a entrada franqueada.

Baita burrada

Falta gravíssima, proibir o vereador que tem como uma de suas prerrogativas a fiscalização da coisa pública. Se não desejavam que este articulista bizolhasse o abrigo das meninas, que só começou a tomar prumo depois que o espaço denunciou a parca estrutura, o local em completo abandono e a falta até de alimentação, tudo bem. Contudo, em momento algum uma coordenadora iluminada poderia fazer o que fez.

Esconder o quê?

Até porque o ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini (PP), não sabe do ocorrido e, com certeza, vai chamar à chincha os responsáveis por tal descalabro que não foi praticado pela guria responsável pelo abrigo e, sim, via telefone por uma mandachuva se achona que, informada da presença, fez a burrada ditatorial de mandar barrar a entrada. Esse tipo de atitude demonstra que, aparentemente, algo necessita ser escondido?

Ewerton diz que não

Já o secretário da Criança e do Adolescente, Ewerton Wan-Dall, em contato com o escriba, afirma que as adolescentes lá internadas estão em situação de risco e precisam ser preservadas. E afirma que a entrada só será franqueada pelo Poder Público, Poder Judiciário, Ministério Público e caso houvesse um flagrante abuso no abrigo.

Não se atentam

Ewerton caceteia ainda que não vê os vereadores, imprensa, enfim, ninguém se atentar para necessidades básicas que o abrigo carece, como roupas para os adolescentes, e que não tem conhecimento de nenhum projeto das excelências excelentíssimas pra, como legisladores, contribuir com a situação, além de ressaltar que tem uma equipe que trabalha e muito em busca de resultados.

Com bravura, sem bravatas

A sessão da piramidal casa do povo de quinta-feira foi digna de aplausos. Excelências excelentíssimas expressaram o cumprimento de suas funções: pressão política institucional com endereço correto e de forma presencial, falação de problemas coletivos (saúde e segurança públicas) e apresentação de propostas.

Divergências

Além de cizânias sobre temas específicos. Por outro lado, ocorreram posturas de enfrentamento entre vereadores e um suposto desencantamento sobre a necessidade de 21 vereadores. O primeiro a usar a tribuna sem recorrer a lamentações. Quem lamenta é a população, inclusive em manifestações sociais e políticas. Ao vereador cabe definir bem um problema social e, em seguida, pressionar por soluções ou apresentar soluções.

Dedé, o iluminado

E foi isso que o vereador Dedé fez de forma primorosa: definiu com propriedade o problema de conexão de dados entre as unidades de atendimento em saúde, os ganhos sociais necessários que daí resultam, e propôs a eficiência de prontuários eletrônicos como forma de monitoramento dos acessos das pessoas ao sistema de saúde.

0800...

E, além disso, foi acrescida pelo Vereador Paulinho Amândio a necessidade de um sistema 0800 para informar sobre a presença de especialidades médicas nas unidades de saúde: onde posso ser atendido por um médico sobre um problema de ouvido? Resposta: em tal ou tal unidade de saúde até tal hora.

Mais um a favor de menos um...

O vereador Vassourão Elói Camilo da Costa (PMDB) deu nos dedos na quinta-feira. Quando a Dulce Amaral (PSD) falou sobre suas ausências e coisa e tale, Elói não deixou por menos e afirmou que 21 vereadores são importantes. Mas são importantes para uma espécie de “rodízio”. “Pode faltar, vereadora, fique à vontade. Somos em 21. Então ninguém sente falta se alguém faltar. Tem bastante gente para fazer as coisas”.

Diminuir cadeiras

Duas deduções lógicas possíveis: (1) É fundamental que sejam 21 vereadores para que se possa ter variadores, e o povo paga; (2) A quantidade de vereadores (21) é tão grande que ninguém se importa se quatro ou cinco faltarem. Então o vereador Elói é favorável à diminuição da quantidade de vereadores.

Segurança pública

O tema mais recorrente de 2013 foi motivo de ação coletiva dos vereadores. A começar pelo presidente do legislativo, o Topetudo Osvaldo Gern (PP), que foi veemente em posicionar o problema e propor uma unificação entre sistema público e privado, com interligação entre as milhares de câmeras privadas de monitoramento com as públicas, com os vários guardas privados com os guardas públicos.

Armado?

Já o vereador Carlos Ely (PPS) começou a dar um toque sobre a audiência pública que ocorrerá em 11 de setembro, com transcorrer do debate sobre guarda armada municipal, e teve um perrengue com o vereador Calinho Mecânico (PP) que é contra a guarda armada.

Missionários e o povão

As necessidades de segurança, talvez, não caibam todas nas instituições públicas. Há muito a sociedade é tutelada e, portanto, dependente dos sistemas. Tem city pelaí onde os moradores são os primeiros e principais guardiões. Um fica de zoio na baiuca do outro, cuidando contra a ação da bandidagem alvissareira.


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