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JotaCê

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JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.

Cadê o Mário?


As línguas frouxas que circulam nos corredores da nossa Univali alardeiam que a universidade está igualzinha aquele filme: “Apertem os cintos, o piloto sumiu...”. Isso porque quem manda e desmanda é a toda poderosa “Reitora Amândia”. A raça de linguarudos lasca que a muié tem a Univali na palma das mãos e que o titular só bate palmas pra poderosa.

Mário avião

Tem gente que já desapelidou o reitor, que seria conhecido na cidade, segundo os linguarudos, como Mário Caminhão. Estão o chamando agora de Mário Avião. É que o homem está em todos os lugares do planeta, menos no comando da universidade. Os mais próximos apontam o PhD Paulo Cruz como o grande guru das viagens internacionais do reitor. Só que tem aqueles que afirmam que o Paulo Cruz jamais iria se catar no Qatar.

Reunião pra marcar reunião?

Enquanto o reitor deita os cabelos pra lá e pra cá, a “Reitora” Amândia já definiu os 30 mil indicadores do planejamento estratégico que não sai das dezenas de reuniões mensais desde a posse da nova gestação, ops!, gestão; o que tem deixado o pessoal de confiança na total desconfiança.

Sem rumo?

Segundo os especialistas acadêmicos pra lá de sabichões, a “Reitora” ainda não se deu conta que universidades mais complexas e maiores que a Univali têm utilizado o máximo de seis mil indicadores. Ou seja, a Univali resolveu viajar na maionese e ter mais indicadores que a soma total de alunos e funcionários. Maior doideira.

Primeira ministra

Enquanto o reitor Mário bate pernas nas missões, a “Reitora Amândia” triunfa como se fosse a chanceler Ângela Merkel, da Alemanha. Faz todos se virarem nos trinta, marcando reuniões atrás de reuniões. Já escrevinhei aqui que a base do pensamento intelectual do socadinho se construiu lendo bula de remédio, papel de bala Soft e chiclete ping-pong, mas isso não quer dizer que não posso escutar os vigotskynianos da Univali.

Murchou a caminho do deserto

Esse vigotskynianos (alinhados com o pensador russo Vigotsky), são afirmativos em relatar que a poderosa “Reitora Amândia”, desde a sua época como pró-reitora de ensino, jamais fez algum projeto que culminasse no incremento de alunos para Univali. Muito pelo contrário, a Univali só murchou em número de alunos. Tem os campi fantasmas de São José e Piçarras e outros no caminho do deserto, como Tijucas e Biguaçu. Oh, dor! Oh, vida!

Bastos

Apesar da eleição para o comando da OAB peixeira acontecer apenas em 2012, já tem quem deseje ver o competente advogado e ex-procurador do município João Paulo Tavares Bastos Gama na cadeira da presidência. E, no andar dessa carruagem, o desenho já mostra o nome de dois possíveis vices.

Nos bastidores?

As línguas pra lá de afrouxadas alardeiam que o prefeito Bob Carlos (PSDB) teria trabalhado nos bastidores a favor da manutenção das cadeiras na casa do povo dengo-dengo. Será que seria pra reduzir gastos? Afinal, fica estranho o projeto que está sendo encaminhado à câmara criando mais três secretarias: Cidadania, Habitação e Saneamento Básico. Tá andando na contramão do mais que pregado enxugamento da máquina?

Efeito cascata

Até porque, na criação de uma nova pasta, não é apenas o secretário que ganha cadeira e salário; acaba gerando um efeito-cascata com a criação de cargos de diretores, gerentes, assessores. Além da estrutura, tem que alugar casa, gastar com telefone, carro e o escambau a quatro. Não seria mais pertinente criar um departamento em pastas já consolidadas? Ou será que são mais postos pra alojar aliados?

Cachimbo deixou...

O intisicado advogado João Martins avisou que não vai à reunião no TCE, no dia 17 deste mês - sobre terreno que será doado pela prefa pra Ordem dos Advogados do Brasil, secção Itajaí. Martins afirma que é contrário a órgão público doar terras a entidades.

...a boca torta?

Martins alfineta sem dó que, enquanto a prefa diz que não tem terrenos pra construir escola ou hospital público, vai doar terreno para que os advogados construam sua sede e possam jogar seu futebolzinho. “A OAB deveria ser a primeira a criticar esse desvio de conduta dos dirigentes públicos, e não usar do mesmo expediente pra se beneficiar. Sinal de que o uso do cachimbo deixou a boca torta”.

Tem disso?

O ex-assessor parlamentar, Patrick Schneider, em seu Twitter, afirma que ficou sabendo que tem cargo comissionado na prefa de Itajaí, que foi indicado por excelência excelentíssima que tem que dividir seu salário com o edil. Patrick lasca ainda que tem uma porrada de comissionados nessa situação. Será?

Mundo afora

O que sei é que tem vereador que come boa parte do salário de assessores e de cargos comissionados no legislativo. Assim como tem casos em que indicados na esfera do executivo vergonhosamente têm que repartir o que ganham não apenas com vereadores, mas com abobrões que mexeram os pauzinhos pra arrumar o trampo. Acredito que um dia a terra vai tremer...


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