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JotaCê

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JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.

Ficção e realidade


Ficção e realidade
A busca por cargos na prefa peixeira continua... (

Pensando friamente sobre as narrativas que são contadas por alguns líderes, ganha destaque a investida do presidente Bolsonaro contra a democracia ao dizer que “sem voto impresso não haverá eleições”. A conclusão é que quem não tem nada pra mostrar, inventa coisas para distrair os trouxas. É para isso que serve a sucessão de narrativas e sandices de Bolsonaro: para jogar no limbo tudo o que ele deveria ter feito como presidente, mas não fez por falta de competência.

 

Emprego e renda

No final do dia, o que conta é se o brasileiro tem emprego, grana no bolso, saúde, educação e segurança. Não tem! O governo Bolsonaro não avançou nada em nenhuma dessas áreas. Tá bom, ...

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Emprego e renda

No final do dia, o que conta é se o brasileiro tem emprego, grana no bolso, saúde, educação e segurança. Não tem! O governo Bolsonaro não avançou nada em nenhuma dessas áreas. Tá bom, tem a pandemia...

E o que ele fez?

Não faz uso de máscara, fala grosserias, agride os poderes e os adversários, organiza mociatas e promove aglomerações.  Resultado: mais de 530 mil brasileiros mortos pelo lazarento coronavírus em pouco mais de um ano.

A conta chegou

O rato tanto vai ao moinho, que um dia deixa o focinho. E a pesquisa publicada pelo Datafolha no final de semana mostra o castelo de areia (ou seria de narrativas) de Bolsonaro se esfarelando. A continuar neste ritmo, o tombo pode ser tão grande que nem disputar segundo turno ele vai. Basta ver os números. Pode mudar? Pode. Mas estou analisando o cenário atual.

Outro

Analistas sabichões de plantão me sopram nos ouvidos que o governador bombeiro Carlos Moisés é outro que não disse a que veio. Os três anos de Moisés não trouxeram novidade nenhuma, além de um entra e sai da cadeira de governador, brigaçada com a vice-governadora, e de bater cabeça sem novidade.

Sem plano

Ao governador Moisés bastaria seguir os projetos já existentes pra Santa & Bela Catarina que já estavam em andamento, como o dos Centros de Inovação espalhados pelo Estado que visam fomentar as economias locais dentro de suas características próprias, criar mão de obra especializada, enfim, gerar emprego e renda para a gurizada catarinense que chega a um mercado totalmente novo. Como estão esses Centros? O de Itajaí patina há anos. Por que? Ah, veio a pandemia... Que, no final, vai ser a desculpa pra tudo.

Ratinho

Mas se formos olhar para o lado, vemos o estado vizinho do Paraná voando baixo. Matéria publicada no Valor Econômico, dia desses, mostra que o governo Ratinho Jr trouxe nesses três anos para o Paraná 28 bilhões em investimentos.

Alguns desses investimentos, segundo a matéria, poderiam ter vindo para Santa Catarina, como a nova planta industrial da Klabin, que vai investir lá R$ 9,1 bilhões. A preferência inicial era por Santa Catarina.

Por que não foi?

Santa Catarina não tem plano de fomento, nem de desenvolvimento. Um governador que foi eleito porque era do partido de Bolsonaro não poderia ter, da noite para o dia, a visão de um governador eficiente - que, diga-se de passagem, Santa Catarina, salvo raras exceções, sempre teve.

Pra finaliza...

Não se fala sobre o que interessa porque muitos dos que estão no poder não sabem nem onde o galo canta, nem onde a banda toca. E tem outra: administrar, inovar, fomentar a economia, criar mecanismos para melhorar o aparelho de estado, é para poucos, é trabalhoso, exige talento e dedicação. Mais fácil é não fazer nada.

2022

Fazer politicagem pra se eleger por mais quatro anos parece ser ainda o mantra. Mas sem ter o que mostrar fica difícil, né? Ou não? O problema é que enquanto alguns pensam em mais ficção para 2022, o brasileiro já está vendo é a realidade bater na porta. E ela é feia e cara. E 530 mil vezes mais triste do que já foi. O resto é resto.

Diferente

Os linguarudos de plantão nos altos da Dinamarca afirmam que o prefeito pop star,  Fabrício Oliveira (Podemos), não se fotografou sendo vacinado porque ele entende que não é momento de fazer “politicagem”. Vacinar é um direito e ao mesmo tempo uma obrigação de todo cidadão de bem.

Eficiente

O pop star prefere mostrar a eficiência e organização da vacinação na Dubai Maravilha, dizem os aliados.  Verdade que a logística de vacinação na cidade tem funcionado. Ponto pro pop star e sua equipe que, desde o início da pandemia, estão dando show de eficiência.

Sem partido

O governador bombeiro, Carlos Moisés, se desfiliou do PSL no sábado. O destemido, intrépido e rabugento Pai Atanásio havia previsto neste espaço o namoro de Moisés com os Progressistas, mas o governador tem papel privilegiado de poder escolher a noiva, mas por enquanto, deve ficar sem filiação, até que o flerte, digo, a melhor opção para Moisés se concretize.

Tavam lá

Diversas autoridades acompanharam Moisés no anúncio de saída da sigla. Pai Atanásio lascou que se Moisés conseguir aprovar os pacotes que enviou recentemente para leleia, pode ser um sinal de que alguns deputados já estão se alinhando politicamente com o governador.

Expectativa

Os próximos dias devem ser imperdíveis. É grande a expectativa da sociedade em projetos, como o novo piso do magistério e segurança pública. Tomara que não sejam propostas de engodo eleitoral. Oremos!


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