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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Decepção no Gigantão


Os mais de mil torcedores que foram ao Gigantão das Avenidas, na terça-feira de Finados,  saíram decepcionados com a derrota por 1 a 0 para o Figueirense, pelo jogo de ida da semifinal da Copa Santa Catarina. Durante boa parte dos 90 minutos, o Marcílio Dias deu mostras de que tinha condições de vencer o alvinegro da capital, que veio para Itajaí com o claro objetivo de não perder a partida.

O Marinheiro criou as melhores chances, porém esbarrou na sua própria limitação técnica na hora de finalizar. De todo o setor ofensivo, Anderson Ligeiro foi o único que procurou arriscar, levando perigo em dois lances. Com Palacios mais uma vez improvisado de centroavante, e mostrando total desconhecimento da sua função, sobrou para os laterais as melhores oportunidades. Fernando tentou duas vezes, mas não foi feliz. Enquanto Luiz Renan, sempre muito esforçado, mas muito limitado no ataque, teve três chances claras. Nas três ele demorou demais para definir a jogada, se tornando alvo de protestos da torcida. O Figueirense, que se armou para jogar no contra-ataque, até pelos vários desfalques no seu setor defensivo, achou a bola do jogo aos 35 minutos do segundo tempo. Diante de um Marcílio já cansado e desorganizado na defesa, Bruno Paraíba fez o gol de calcanhar, dentro da pequena área, com todo o tempo e espaço para definir a jogada mesmo de costas pra trave. Erros que se repetem ao longo da campanha do Marinheiro na Copinha, embora o Marcílio tenha melhorado em relação aos últimos jogos. A melhora, infelizmente, não foi suficiente para vencer um Figueirense muito limitado, que reconhecendo seus defeitos, adotou a estratégia certa para ampliar sua vantagem na semifinal.

Substituições

Paulo Foiani, mais uma vez, foi muito infeliz nas suas substituições. Com Palacios inoperante, a lógica seria trocar o centroavante e manter as jogadas pelos lados de campo com Ligeiro ...

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O Marinheiro criou as melhores chances, porém esbarrou na sua própria limitação técnica na hora de finalizar. De todo o setor ofensivo, Anderson Ligeiro foi o único que procurou arriscar, levando perigo em dois lances. Com Palacios mais uma vez improvisado de centroavante, e mostrando total desconhecimento da sua função, sobrou para os laterais as melhores oportunidades. Fernando tentou duas vezes, mas não foi feliz. Enquanto Luiz Renan, sempre muito esforçado, mas muito limitado no ataque, teve três chances claras. Nas três ele demorou demais para definir a jogada, se tornando alvo de protestos da torcida. O Figueirense, que se armou para jogar no contra-ataque, até pelos vários desfalques no seu setor defensivo, achou a bola do jogo aos 35 minutos do segundo tempo. Diante de um Marcílio já cansado e desorganizado na defesa, Bruno Paraíba fez o gol de calcanhar, dentro da pequena área, com todo o tempo e espaço para definir a jogada mesmo de costas pra trave. Erros que se repetem ao longo da campanha do Marinheiro na Copinha, embora o Marcílio tenha melhorado em relação aos últimos jogos. A melhora, infelizmente, não foi suficiente para vencer um Figueirense muito limitado, que reconhecendo seus defeitos, adotou a estratégia certa para ampliar sua vantagem na semifinal.

Substituições

Paulo Foiani, mais uma vez, foi muito infeliz nas suas substituições. Com Palacios inoperante, a lógica seria trocar o centroavante e manter as jogadas pelos lados de campo com Ligeiro e Klenisson. Mas Foiani decidiu colocar Rafael Carioca, outro centroavante, na ponta direita, manteve Palacios em campo, mesmo tendo no banco Michel Potiguar, que é um jogador de lado de campo e que poderia fazer essa função no lugar de Klenisson. Já com o jogo acabando, David Batista entrou e mal tocou na bola. Julinho, o melhor em campo do Marinheiro, foi substituído por Alessandro, em uma troca que só se justifica por um pedido de substituição. A leitura de jogo errada da beira de campo, somada a outros fatores, fez com que o Marcílio não tivesse forças para reagir.

Nada decidido

O Marcílio tem totais condições de ir a Florianópolis e vencer por dois gols de diferença, único resultado que importa para buscar a classificação. Chegou a hora do velho Marinheiro aprontar na capital, como já fez inúmeras vezes. Time pra isso, tem. Torça com a gente na rádio Univali FM (94,9) e Web Catarina no domingo, a partir das 14h30.


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