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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Cara de Marcílio Dias!


Cara de Marcílio Dias!

O Marcílio Dias fez contra o Figueirense, nessa segunda-feira no Gigantão das Avenidas, o seu principal jogo até agora na Copa Santa Catarina. Contra o adversário mais qualificado, o Marinheiro pôde medir sua real força sob o comando do técnico Rogério Corrêa, e mesmo com os erros individuais no primeiro tempo, que deram ao time visitante uma vantagem de 2 a 0, o rubro-anil teve força para reagir na etapa final e virar pra 3 a 2, mantendo a liderança, a invencibilidade e a confiança do torcedor em alta. Finalmente podemos ver, em 2022, um time com cara de Marcílio Dias. Aliás, virar contra um time da capital, em casa, é uma especialidade na história do Marinheiro. Nesse jogo, o Marcílio precisou superar o Figueira não só na técnica, mas também na garra e na vontade. O time da capital veio para Itajaí com uma postura muito diferente daquele time que vinha mal na Copa SC e que não conseguiu o acesso para a série B do Brasileiro na última rodada, com o Scarpelli lotado. O Figueira adiantou as linhas, marcou em cima, e impôs muita dificuldade ao Marcílio, em especial no começo do jogo. O Marinheiro teve paciência para ir dominando o jogo aos poucos, e mesmo que os erros do zagueiro Everton, com colaboração com Rodolfo Castro no primeiro gol, tenham levado o time em desvantagem pro intervalo, o Marcílio voltou com a mesma postura e teve calma para marcar seus gols e construir o resultado. O Figueira também falhou, devolveu dois gols ao Marinheiro, com um pênalti e uma falha bizarra do goleiro, mas que aconteceram porque o Marinheiro não desistiu da partida em momento algum. Esse é o espírito que o torcedor queria ver. Golear os reservas do Figueira e o Nação fora de casa tinha deixado uma boa impressão no início do trabalho do técnico Rogério, mas todos sabíamos que a prova real seria tirada nessa segunda-feira. E o Marcílio passou no teste.

Nada ganho

O Marcílio lidera, tem a melhor campanha, melhor ataque, está invicto, mas está longe do título ainda. Restam três rodadas até o início das semifinais. A primeira missão é terminar a fase em primeiro lugar, para ter a vantagem no mata-mata. A missão está próxima, mas não concluída. Rogério Corrêa ainda precisa trabalhar melhor alguns detalhes, em especial a bola aérea defensiva do time. Também é preciso tomar decisões importantes, como a entrada de Lucas Cezane no lugar de Everton na zaga. Não só pelas falhas do jogador contra o Figueirense, que são inerentes do jogo, mas pela qualidade e experiência maior de Cezane. Outra decisão precisa ser no gol. Rodolfo Castro não passa segurança, enquanto Rafael Pin ainda não teve oportunidade. É o momento de fazer uma transição na camisa 1 do Marcílio. Pin vem bem recomendado e precisa ser melhor aproveitado.


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