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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Sem novidades


Sem novidades
(foto: divulgação)

Faltando um mês para o início da Série D do Campeonato Brasileiro, o torcedor marcilista segue sem novidades sobre a tão esperada reformulação do elenco do Marinheiro para a competição. O clube sequer contratou um superintendente de futebol e está trabalhando nos bastidores com os profissionais que ficaram após a saída de Fernando Gil, ainda durante o Catarinense. A missão inicial é negociar a rescisão ou empréstimo de alguns jogadores que não estão nos planos do clube, mas que têm contrato até o final do ano. A “herança” deixada por Gil vai fazer com que o Marcílio tenha que desembolsar um bom dinheiro em rescisões, ou corra no mercado para tentar colocar esses atletas em outros clubes que topem pagar os salários deles. Ficou claro que alguns jogadores não têm condições de disputar o Brasileiro no Marcílio, principalmente os meias e os atacantes. A reformulação precisa ser grande e deve ter participação do técnico Cristian de Souza, outro nome contratado por Fernando Gil e que permanece no clube até segunda ordem. Souza já mostrou não ser adepto do jogo ofensivo, mas terá que ajudar o Marcílio na indicação de jogadores com maior poder de decisão do que os que disputaram o Catarinense e ficaram devendo muito. Já Geovany, grande destaque do Marcílio Dias desde a Copa Santa Catarina, pertence ao Tubarão. Ele deve ser negociado com um clube de divisão acima da Série D, embora a informação no sul do estado é de que o atacante manifestou o desejo de permanecer no Rubro-anil. As propostas estão chegando e cabe ao Tubarão decidir o destino do atleta.

Finalistas

Avaí e Chapecoense chegaram na final do Catarinense por méritos, mas também por incompetência dos demais clubes. Nenhum dos dois apresentou um grande futebol na fase de mata-mata, mas foram eficientes para avançar aos trancos e barrancos, contando também com a eliminação precoce do Criciúma. O Santa Catarina, dono do futebol mais “bonito” do estadual, perdeu para o Leão nos pênaltis, mostrando que, em certos momentos, a camisa também pesa, quando o time de maior tradição não se acovarda em campo. A Chape tomou sufoco do JEC em casa, no péssimo gramado de Xanxerê, mas o artilheiro Mário Sérgio fez a diferença na hora decisiva. Não há favorito, mas o Avaí tem leve vantagem por decidir em casa e jogar por igualdade na soma de resultados.

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Avaí e Chapecoense chegaram na final do Catarinense por méritos, mas também por incompetência dos demais clubes. Nenhum dos dois apresentou um grande futebol na fase de mata-mata, mas foram eficientes para avançar aos trancos e barrancos, contando também com a eliminação precoce do Criciúma. O Santa Catarina, dono do futebol mais “bonito” do estadual, perdeu para o Leão nos pênaltis, mostrando que, em certos momentos, a camisa também pesa, quando o time de maior tradição não se acovarda em campo. A Chape tomou sufoco do JEC em casa, no péssimo gramado de Xanxerê, mas o artilheiro Mário Sérgio fez a diferença na hora decisiva. Não há favorito, mas o Avaí tem leve vantagem por decidir em casa e jogar por igualdade na soma de resultados.


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