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Novo trabalho de Marco Bellochio explora a perseguição midiática e as falhas da Justiça em caso real de apresentador italiano preso injustamente (foto: divulgação)

Conhecido por filmes que exploram a política, a história e as estruturas de poder na sociedade italiana, o cineasta Marco Bellocchio retorna às telas com a nova série original da HBO Max, “Portobello”. A produção, composta por seis episódios, estreou na plataforma neste dia 20. Os dois primeiros capítulos, no entanto, já haviam sido exibidos no Festival de Cinema de Veneza, no segundo semestre de 2025. A série revisita um dos maiores erros judiciários da história recente italiana: o caso do apresentador de televisão Enzo Tortora.

Entre 1977 e 1983, as noites de sexta-feira na Itália eram sinônimo do programa de auditório Portobello, transmitido pela RAI e assistido por milhões de espectadores. Criado e apresentado por Tortora (Fabrizio Gifuni), que se tornou uma celebridade nacional, o programa misturava música ao vivo, personagens excêntricos e quadros de interação com o público — formato típico da televisão da época. No entanto, a trajetória do apresentador sofre uma reviravolta quando Giovanni Pandico (Lino Musella), ligado à organização criminosa Camorra Organizzata e subordinado ao mafioso Raffaele Cutolo, cita Tortora em um depoimento como suposto integrante do esquema criminoso.

Sem que provas concretas fossem apresentadas além do testemunho de Pandico, Tortora é preso em uma operação policial realizada às 4 horas da manhã, em um hotel. Convicto de que tudo se tratava de um mal-entendido, ele acreditava que a situação seria esclarecida rapidamente. O que se seguiu, porém, foi uma intensa perseguição midiática, que passou a tratá-lo como culpado antes mesmo de um julgamento definitivo. A série acompanha a queda pública de um dos maiores nomes da televisão italiana e expõe como a combinação entre sensacionalismo e fragilidade institucional pode devastar uma reputação — e uma vida.

 

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Entre 1977 e 1983, as noites de sexta-feira na Itália eram sinônimo do programa de auditório Portobello, transmitido pela RAI e assistido por milhões de espectadores. Criado e apresentado por Tortora (Fabrizio Gifuni), que se tornou uma celebridade nacional, o programa misturava música ao vivo, personagens excêntricos e quadros de interação com o público — formato típico da televisão da época. No entanto, a trajetória do apresentador sofre uma reviravolta quando Giovanni Pandico (Lino Musella), ligado à organização criminosa Camorra Organizzata e subordinado ao mafioso Raffaele Cutolo, cita Tortora em um depoimento como suposto integrante do esquema criminoso.

Sem que provas concretas fossem apresentadas além do testemunho de Pandico, Tortora é preso em uma operação policial realizada às 4 horas da manhã, em um hotel. Convicto de que tudo se tratava de um mal-entendido, ele acreditava que a situação seria esclarecida rapidamente. O que se seguiu, porém, foi uma intensa perseguição midiática, que passou a tratá-lo como culpado antes mesmo de um julgamento definitivo. A série acompanha a queda pública de um dos maiores nomes da televisão italiana e expõe como a combinação entre sensacionalismo e fragilidade institucional pode devastar uma reputação — e uma vida.

 

Link para o trailer de “Portobello”: https://youtu.be/XezcKToTRwM?si=QxODGSFfrvHXaG81


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