Publicado 12/04/2026 09:32
A infeliz destruição da pintura do Walter Smykalla, na praça da Pipa, no bairro Fazenda, continua sendo algo lamentável e que precisa – além de ser recuperada – servir de lição e fazer com que o governo e, no caso, a Fundação Genésio de Miranda Lins, faça um levantamento de todas as obras, sejam pinturas, monumentos, entre outros, por toda a city pexêra.
Atenção
E chamar a classe artística pra que participe, como bem colocou o prefeito Robison Coelho (PL) no caso da importante obra, mas poderia ser ampliada. Além, é claro, de que intervenções, sejam pra manutenção ou limpeza, tenham muito mais critério e atenção. O que aconteceu ali foi por uma terceirizada que não sabia da preciosidade da obra, lascou tinta em cima. Não pode nunca mais acontecer.
Se aproveitando
Por outro lado, o que se viu de político que estava desaparecido aproveitar a lamentável situação, querendo surfar e aparecer, é ainda mais triste. Muitos que não estavam e nunca fizeram nada pro cuidado e preservação de nosso patrimônio artístico e cultural ficaram gritando regras e apontando dedos.
Do túnel do tempo
Costumo brincar que tem o ‘véio’ do Saco, o ‘véio’ Noel, o ‘véio’ da Havan e o ‘véio’ do DIARINHO, que sou eu. E, como sou ‘véio’ pra caraio, lembro de quando conheci o Smykalla, em 1985, quando eu trabalhava no jornal na casa do ‘véio’ Dalmo Vieira, no Morro da Cruz. E o Smykalla, com toda a sua genialidade e simplicidade, vivia em uma casa ali perto com uma porrada de cachorros.
Foto (Leitor e Lucio Rilla/Arquivo)
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