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Dr. André D'Aquino - médico CRM 9970 - RQE 16764 - Prevenção e promoção da saúde e bem-estar Instagram: @dr.andredaquino | Contato: (47) 3508-1000


O negócio da doença: por que tratar é mais lucrativo que prevenir?


Publicado 17/04/2026 09:02

O mercado farmacêutico global ultrapassou US$ 1,7 trilhão em 2025 — e segue em expansão acelerada.

No Brasil, já são mais de R$ 160 bilhões por ano em faturamento. 

Agora a pergunta incômoda — mas necessária: Onde você acha que existe mais lucro: pessoas saudáveis… ou pessoas dependentes de tratamento contínuo?

A medicina moderna salvou milhões de vidas — isso é inegável.

Mas, paralelamente, consolidou-se um modelo assistencial com uma característica preocupante: Foco no controle da doença, não na sua efetiva resolução.

Na prática, isso significa:

  • Tratamentos crônicos que se perpetuam por anos
  • Supressão de sintomas sem correção do terreno biológico (a doença volta)
  • Protocolos padronizados que ignoram individualidade metabólica
  • Pouco investimento real em prevenção estruturada

Do ponto de vista econômico, o sistema se sustenta melhor quando:

  • O paciente não piora o suficiente para morrer
  • Mas também não melhora o suficiente para deixar de consumir

Isso gera o que chamamos de: paciente crônico funcional

Ou seja:

  • Vive medicado
  • Controla exames
  • Mas não recupera plenamente sua saúde

Hoje sabemos que a maioria das doenças modernas tem base em:

  • Inflamação crônica de baixo grau
  • Disfunção mitocondrial
  • Resistência à insulina
  • Desequilíbrios hormonais
  • Alterações do microbioma

E o mais importante: Tudo isso é potencialmente modulável

A prevenção real exige:

  • Tempo de consulta
  • Investigação aprofundada
  • Mudança de estilo de vida
  • Educação do paciente
  • Estratégia personalizada

E isso não escala facilmente como um comprimido.

Quando você atua na causa — e não no sintoma — o cenário muda:

  • Redução de polifarmácia
  • Reversão de quadros metabólicos
  • Melhora de energia, cognição e qualidade de vida
  • Menor dependência do sistema

Isso não elimina a medicina tradicional, mas reposiciona ela no lugar correto: suporte — e não dependência.

A indústria farmacêutica não é “vilã” mas o modelo atual é reativo, fragmentado e economicamente dependente da doença crônica

Se você não questiona isso, você permanece dentro dele.

A pergunta não é se medicamentos são necessários, mas por que você continua precisando deles?

Lembre-se: cuide da sua saúde física e mental. Fique atento e busque equilíbrio!

Não desanime — tenha força, garra e determinação.

Não hesite em procurar um médico de sua confiança, e se ainda assim você seguir com dúvidas ou dificuldades, me chame que te auxilio nessa jornada de saúde!

Dr. André Vicente D’Aquino Médico CRM/SC 9970, RQE 16764 Membro da American Society of Regenerative Medicine e da Associação Brasileira de Medicina Integrativa e Biorregulação Vice-Presidente da SOBOM - Sociedade Brasileira de Ozonio Medicinal

 


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