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JotaCê

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JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.

Num querem


Num querem

O vereador Rubens Angioletti (PSB) tem proposto a diminuição do recesso das excelências excelentissímas da piramidal casa do povo. Quer mudar a lei para que nossos heróis legislativos arregacem as mangas e trabalhem mais com o fim das “férias de julho”, ops, recesso parlamentar. Além disso, Angioletti desejada acabar com o recesso em janeiro no primeiro ano de mandato. Contudo, dos 14 votos necessários para o projeto de emenda à Lei Orgânica do Munícipio, conseguiu apenas 10 assinaturas.

E o bom exemplo?

Todo mundo tá mais do que careca de saber que as demandas são crescentes. Necessidades de toda ordem que necessitam do aval dos vereadores. A diminuição do recesso é uma boa (hoje a folga é de 55 dias ao ano), em um momento que a sociedade credita tudo de ruim à classe política. Um gesto de que querem mudar, ser diferentes.

Nem te ligo

Contudo, com a falta de assinaturas, não tem como ir à plenário e receber o sim dos nossos amados, votados, eleitos, empossados e regiamente remunerados edis. Taí a lista dos vereadores que queriam trabalhar muito mais: Célia Costa (PSD); Eduardo KiMassa (PRP); Edson Lapa (PR); Fernando Pegorini (PP); Marcelo Werner (PCdoB); Níkolas Reis (PDT); Otto Luiz (PRB); Robison Coelho (PSDB); Rubens Angioletti (PSB) e Thiago Morastoni (PMDB).

Sabe tudo

Pode falar o que quiser da nossa eterna biruta de aeroporto, arquieto e ex-vereador Tito Arruda (PMDB), mas não se pode dizer que ele não entende de política. Muito pelo contrário. Nas últimas três décadas, Tito não só vivenciou como participou ativamente da vida política e eleitoral da city peixeira. Dono de uma memória que merece estudos, sabe como ninguém do bastidores.

Silêncio

Tito foi extremamente importante quando o ex-homem dos galináceos, Jandir Bellini (PP), venceu em 2008 a disputa com Volnei Morastoni (então PT). E também foi de suma importância na eleição do ano passado, quando Volnei ganhou por menos de 800 votos, contra a BBB, Anna Carolina (PSDB) e o polido João Paulo Gama (PP). Tito anda calado, sumido. Estaria descontente com os rumos do atual governo? Ou não?

Visita Alesc

Os vereadores Edson Lapa (PR) e Calinho Mecânico (PP), integrantes da Comissão Antidrogas da piramidal casa do povo de Itajaí, participaram do Seminário de Inovação Comunidades Terapêuticas: Cenário de Inovação em Santa Catarina, realizado pelo deputado Ismael.

Dobradinha

Essa visita de Lapa à Alesc dá força a uma possível dobradinha de Lapa + Ismael nas eleições 2018. Lapa viria à federal e Ismael estadual. O deputado estadual Ismael dos Santos (PSD) estaria de zoio no vereador, pastor, vice-presidente do MEVAM para contar com o apoio de mais de 500 igrejas pelo estado. É coisa!

Autoajuda

Fica cada dia mais evidente o que o socadinho escriba colocava durante o período eleitoral. O fascínio do prefeito barbudinho, Volnei Morastoni (PMDB), pelo conceito do autoajuda permeia o governo. Pela história vendida de que faz isso e mais aquilo pra ter sucesso, pra estar no caminho certo, para encontrar a felicidade suprema. Os escritores e ditos “sabichões” enchem os bolsos.

Sisqueceu

Jamil Albuquerque, que é amigão do prefeito VM, sisqueceu de dizer no Entrevistão do DIARINHO que, não é porque ele detém um método, que vai levar o sujeito aos píncaros da lua. Nem tudo que é legal pode ser considerado moral. E, num é?

Não

Assim como é preciso discordar do secretário de Segurança da Maravilha do Atlântico, que “empresta” integrantes da Guarda Armada pra fazer serviços à polícia Civil. E, o da city peixeira, mande guardas da Codetran atuar em comboio com caminhões lá do outro lado da vala, em Navegantes. Só pra repetir: nem tudo que é legal é moral.

Nem A e nem B

O sem fraturas, Deodato Casas, em contato com a coluna sobre os perrengues dos emplumados peixeiros diz que todos os partidos tem discordâncias. E que entrou no jogo da disputa para conciliar. Assim como deixou claro que não pertence a vertente A ou B. “Sou PSDB e meu objetivo é sempre o diálogo e a conciliação”, frisa.

Tocar

Deodato lembra que não haverá eleições para o diretória da sigla. Ele explica que haverá uma executiva provisória de nove meses, que “deverá ser composta por todos”. Casas lembra que fez seu papel de liderança dentro do partido e “daqui pra frente os dois grupos vão tocar o partido”. O emplumado-mor diz que não participa da executiva.

Se virem

Nas entrelinhas fica claro que Deodato quer que a sigla siga em paz e com unidade. Almeja que com a provisória de nove meses, nasça um novo PSDB. O que tem se demonstrado difícil e complicado.


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