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JotaCê

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JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.

Mais cargos


Mais cargos

Mais cargos No início da tarde de ontem, o prefeito barbudinho Volnei Morastoni (PMDB) enviou à piramidal um pedido de urgência para a criação de mais 14 cargos. Seria a criação de um distritão da Itaipava. Megalomania Na terça o prefeito já havia protocolado a criação de mais 11 cargos, somando agora 25. A prefeitura de Itajaí é a administração mais inchada do estado. Na contramão. Não precisava Ninguém questiona a necessidade de uma estrutura para atender a comunidade do interior, porém, tudo poderia ser ajeitado e melhorado sem mais essa carcada nos cofres da viúva. Uma subprefeitura bem equipada e bons trabalhadores fariam a diferença necessária. Enquanto isso Tanto servidores como contribuintes ficam fulos da vida, pois enquanto se mantém privilégios e aumentam-se impostos alegando falta de recursos, o prefeito gasta. Desse jeito o tiro sai pela culatra. Ontem A nada saudosa empresa Coletivo Itajaí que por longos anos teve a concessão do transporte de passageiros - nos seus finalmentes, operava com 60 busos e no fechar das portas fazia cerca de 190 mil km por mês. Hoje Quando a situação se tornou problemática, a prefa criou 18 linhas para atender a city peixeira com vans, embora cheio de problemas, supriu parcialmente o sistema. Hoje o transporte feito pela empresa Transpiedade opera com 38 ônibus e faz 234 mil km. Sustentável Na verdade o atual modelo de transporte público tem se mostrado obsoleto. A city peixeira tem contratado um estudo de mobilidade, para que se tenha um sistema de transporte sustentável. É o que se espera... Coerência Contudo, nesse momento em que fica demonstrado que o transporte tá dando um prejú mensal, ou se aumenta o valor da passagem, atochando no lombo do sofrido usuário ou o município age com coerência e subsidia o prejuízo. Pelo menos até que se tenha uma empresa em definitivo. Novela Transporte público em Itajaí sempre foi uma novela medonha e nunca foi tratado com a devida importância, e escrevinho de cadeira como usuário dos busos da antiga Coletivo. Oh, sofrimento! Caótico O sistema ficou caótico em virtude da falta de mobilidade e de uma política de incentivo ao transporte coletivo e aumento de passageiros. A prefeitada que passou pelo paço nos últimos anos empurrou com a barriga e deu no que deu. Desistiu A empresa Coletivo desistiu, pois aguardou anos por corredores de ônibus e muitas outras coisas que não saíram do papel; chegou ao ponto de jogar a toalha, deixando o governo Volnei perdido. Palmatória Daí que sou obrigado a dar mão à palmatória (aiii!!!). Apesar de todos os contras, o prefeito barbudinho Volnei Morastoni (PMDB) teve coragem e conseguiu mudar de empresa e está reestruturando gradativamente o sistema f. Procuradas Uma pá de empresas regionais foi procurada para assumir e todas rejeitaram as propostas da prefa, o que acabou deixando governo e a população à míngua. Assumiu Isso até que a TransPiedade assumiu o sistema, tocando e agora chegou a hora h. Será que o município e nossas amadas excelências excelentíssimas vão dar a devida importância ao sistema? Vão investir num transporte sustentável ou ficará nos discursos vazios? Maior Ainda mais que o índice de passageiros por quilômetro da antiga Coletivo era muito maior que no atual, após as greves e o sistema duvidoso que foi deixado. Ou vai ou quebra... A grande maioria dos usuários migrou para outros tipos de transporte. Hoje os ônibus transportam menos passageiros, mas custa uma fábula manter o funcionamento. Ou aumenta a tarifa ou o munícipio subsidia. Oh, dor! O que dói na saída da Coletivo é que enquanto operava o sistema, seus dirigentes choramingavam que não conseguiam pagar os funcionários. O que acabou ocasionando três greves; após desistir do sistema, ficou sem arrecadação, mas não atrasou mais os salários e nem as rescisões. Milagre! Sei lá, entende... E até encontrou condições de fazer assistencialismo com doação de ônibus a entidades. Difícil entender: entrava dindim e não tinha pra pagar os funcionários que carregam a empresa nas costas, ficou sem entrar dinheiro e daí, milagrosamente, apareceu grana até pra caridade? Vai entender...


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