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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Campeonato indefinido


A retomada do campeonato Catarinense nessa semana, com a realização de partidas que estavam atrasadas, pode não ocorrer. O movimento que começou em Chapecó, com o prefeito João Rodrigues proibindo jogos na Arena Condá, está ganhando força e pode chegar a outras cidades que ainda não decretaram a suspensão das atividades. Joinville foi a última cidade a adotar as medidas restritivas com atividades esportivas, suspendendo os jogos até dia 28 de março e, consequentemente, a partida entre JEC x Marcílio Dias, que estava agendada para quinta-feira. Nessa terça-feira uma reunião dos prefeitos com o governo do estado pode levar até a suspensão de jogos em todas as cidades, já que as partidas estão sendo marcadas para locais em que as prefeituras ainda não proibiram, como Itajaí, Jaraguá do Sul e Brusque.  Por outro lado, a FCF trabalha para que as quatro partidas atrasadas aconteçam essa semana e não atrapalhem a continuidade da competição. A retomada do campeonato está programada para o dia 20, o que também pode não acontecer, dependendo dos decretos municipais. O cerco está fechando cada vez mais e, ao que tudo indica, o futebol pode ser, mais uma vez, a primeira atividade afetada.

Protocolos

Vale lembrar que o futebol profissional não tem torcida nas arquibancadas desde o dia 15 de março de 2020, ou seja, há exatos um ano. De lá pra cá, protocolos foram adotados para que as competições fossem retomadas, entre elas a testagem semanal dos atletas. Além de apontar os casos de covid-19 e o imediato afastamento dos contaminados, com acompanhamento do médico particular de cada clube, houve raras situações em que foi necessária uma intervenção hospitalar nos envolvidos em um ano de pandemia. Por se tratar do esporte mais midiático do país, os casos foram amplamente divulgados, inclusive pelos próprios clubes. A possível paralisação afetará diretamente clubes menores, como o Marcílio Dias, que está em grave crise financeira, mas que durante a pandemia manteve cerca de 60 empregos diretos, mesmo com 60% a menos da sua receita.

Tempo pra trabalhar

Enquanto aguarda a definição da realização ou não das partidas do Catarinense nesta semana, o Marcílio Dias trabalha para corrigir os erros das duas primeiras rodadas em que esteve em campo. Contra o Próspera, Carlos Alberto Teco tentou mudar o jeito da equipe jogar, sacou os pontas e entrou em campo com três volantes e dois centroavantes. A experiência foi descartada no intervalo do jogo. O Marcílio ainda não encontrou a melhor forma de jogar, embora o elenco esteja recheado de boas opções. Com as chegadas recentes de Franklin e Nathan Cachorrão, o Marinheiro ganha em poderio ofensivo pelos lados do campo. Mas esses pontas só vão funcionar se tiver um meia armador para jogar com eles. Outro problema que Teco precisa resolver urgente é a dupla de volantes. Daniel Pereira e Diego Silva formam uma dupla lenta. Há jovens como boa opção para a função de segundo volante, como Luiz Meneses, Alessandro e Xavier e eles precisam ter mais oportunidades.


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