MÁRCIO VACCARO
Família opta por translado terrestre de corpo de empresário
Decisão foi tomada para agilizar a chegada a Santa Catarina
Franciele Marcon [fran@diarinho.com.br]
A família do empresário Márcio Vaccaro, de 60 anos, decidiu não usar o avião disponibilizado pelo governo de Santa Catarina para trazer o corpo ao estado. Os familiares optaram pelo transporte por terra, considerado mais rápido.
Márcio morreu no sábado, em um acidente de moto na região metropolitana de Buenos Aires, na Argentina.
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Segundo o governo do estado, na noite de quinta-feira, a família já estava em Uruguaiana (RS) para a liberação do corpo na Argentina e também os trâmites de entrada no Brasil. Conforme o governo, o transporte aéreo a partir da Argentina levaria mais tempo do que o terrestre, que já estava autorizado.
O governo ainda informou que chegou a disponibilizar equipe e aeronave para o trecho entre Uruguaiana e Santa Catarina, mas a família preferiu seguir viagem por terra.
Após a liberação, o corpo será levado de Buenos Aires para Chapecó, onde acontecerão o velório e o sepultamento. De acordo com a família, não haverá cerimônia aberta ao público. O enterro será no cemitério Parque Jardim do Éden, em Chapecó.
Morte na Argentina
O acidente foi em uma rodovia entre San Andrés de Giles e Mercedes, a cerca de 100 quilômetros da capital argentina. Márcio participava de um passeio de moto com amigos e pilotava uma BMW 1300 GS quando bateu de frente com um caminhão Scania, com placas de Caxias do Sul (RS).
Márcio era fundador do Vaccaro Group, que reúne empresas como a Rafitec e a Nutrata, com sede em Xaxim, além da Vaccaro Urbanismo, de Chapecó, com atuação nos setores de agroindústria, nutrição, energia e construção civil. No litoral, era sócio da construtora ABF Vaccaro, de Itajaí, com empreendimentos na Praia Brava e em Cabeçudas.
Franciele Marcon
Fran Marcon; formada em Jornalismo pela Univali com MBA em Gestão Editorial. Escreve sobre assuntos de Geral, Polícia, Política e é responsável pelas entrevistas do "Diz aí!"
