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JotaCê

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JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.

E agora?


  Os vereadores Rubens Angioletti (PSB) e Mar­celo Werner (PCdoB) tanto fizeram que a em­presa Bioprodutos de Pescados (BFP), ligada ao Grupo GDC, instala­da no bairro Arraial dos Cunha, fechou as por­tas. A Bioprodutos da GDC, mesmo com todas as licenças e uma pá de investimentos, parou por conta de decisão ju­dicial. E muito se deu por conta das excelên­cias excelentíssimas. Marimbondos E, agora, como ficam os mais de 1200 empregos dire­tos da comunidade? Os fun­cionários que ficarão desem­pregados, revoltados, agora perguntam se os vereadores já têm as vagas de empregos para devolver aos trabalhadores. Faltou jogo de cintura de nos­sas excelências excelentíssimas que levantaram uma bandeira sem medir as consequências. Vão simbora Depois de tanto se incomo­dar e gastar milhões com o pla­no de investimento de mais de um caminhão de milhão para gerar ainda mais empregos, a empresa Bioprodutos começa a fazer as malas para ir pra Barra Velha. Triste fim. Paga impostos A multinacional espanhola Calvo, dona da GDC, é a maior pagadora de impostos e empre­gadora da city peixeira, e fir­mou um protocolo no início de 2018 com Itajaí, acenando in­vestimentos de mais de R$ 300 milhões, na região da Paciên­cia, na zona rural. Maior do mundo Itajaí terá a maior enlatado­ra de pescados do mundo. Na Paciência, se os vereadores não torrarem a paciência, a Gomes da Costa montará as operações de tratamento dos pescados, uma metalúrgica para produ­ção das latas, o centro de distri­buição e uma unidade da fábri­ca de produção de proteína de pescados. Ou será que os vere­adores vão atrapalhar? Desafio Até porque uma das coisas que mais dá dignidade a uma pessoa é ter um trabalho, que lhe oportunize não apenas es­tar inserido na sociedade como uma das molas propulsoras, como lhe garanta sustento pra sobreviver. E o Brasil, e Itajaí, precisam de mais geradores de emprego. Manter o que se tem e atrair mais empresas. Vai falar Após a posse, na tarde de ontem, o governador Carlos Moisés (PSL) promove coletiva de imprensa pra falar sobre os rumos da sua administração, e responder questionamentos dos alegres meninos e meninas da imprensa. Ainda repercute Ainda continuam reflexos de toda ordem sobre a eleição da mesa diretora da piramidal casa do povo. Primeiro o Tristo­nho, ops, Tonho da Grade (PP), que no dia da eleição botou pra chorar em frente aos seus pa­res no plenarinho. Estava triste porque não o aceitaram como vice-presidente na chapa do presidente reeleito Paulinho Amândio (PDT). Que dó! Repetiu No governo passado, du­rante eleição da mesa que le­vou o sumido desassossegado Luiz Carlos Pissetti (sem par­tido), Tristonho também caiu em lágrimas. A choradeira foi tão grande que o ex-secretário de Obras e então presidente do PP, o narigudo Tarcísio Zane­latto, teve que levá-lo pra com­prar um lençol porque os len­ços não continham as lágrimas. Bocudo, eu?! Clima azedo Dizem as más línguas que o clima nos bastidores do PSB peixeiro não ficou nada bom pelo fato de o vereador futebo­lista Nikolas Reis não ter vota­do no seu líder de bancada Ru­bens Angioletti (PSB), que se candidatou a presidente da pi­ramidal casa do povo. Presente... Não é por menos, o verea­dor Rubens sempre defendeu o vereador futebolista Nikolas, votou nele na eleição da mesa diretora do primeiro biênio, fez campanha para deputado etc. e tale, e agora tomou esse pre­sente. Que dor, meu Pai eterno. Não se acha Em contato com a coluna, o galego Rubens Angioletti afir­ma que não quer aparecer, se assim fosse poderia ter se apre­sentado como o único vereador presente na entrega das casas do loteamento São Francisco de Assis. Seu comentário tinha pertinência por uma questão protocolar e não pra ser estre­la, afirma. Protocolar O galego Angioletti diz que comentou porque é uma “questão protocolar”. “O poder legislativo é o segundo poder do município. O decreto fede­ral que normatiza os cerimo­niais e eventos públicos trata do tema”, lembra Rubens. Exonerar Neste início de ano, o prefei­to barbudinho Volnei Morasto­ni (MDB) promove uma exone­ração geral. Com isso, os cargos comissionados que foram eli­minados na reforma adminis­trativa serão despachados. As caneteadas incluem muitos ba­grões que não retornam ao ba­tente. O que tá provocando tre­meliques em muita gente que não sabe se volta... Limpeza Passava das quatro horas da manhã do dia primeiro e o pre­feito pop star, Fabrício Oliveira (PSB), acompanhava a limpe­za da praia pra que durante a manhã os milhares de turistas e nativos pudessem curtir. Ô loco! Nas eleições das mesas diretoras da região teve de tudo um pouco. Desde cho­ros até perdão de casos e aca­sos e promessas de não reve­lações de situações que nada têm a ver com as questões le­gislativas e a busca por poder. Deu na orelha O vereador Marcelo Achutti, o Quero-Quero (PP), não gos­tou de uma publicação nas re­des sociais do vereador Ângelo Gervásio (MDB), de Camboriú, questionando a Emasa por con­ta da decisão judicial que proí­be os rizicultores de pegar água do rio Camboriú. Achutti afir­mou que a manifestação era equivocada. Ângelo é o líder do governo na Câmara. Mandou cobrar Achutti respondeu que a água de Camboriú é servida pela Emasa, e disse para o seu colega vereador usar das redes sociais e cobrar do seu muní­cipio ações, já que a capital da pedrada e ex-do tiro ao verea­dor não tem um metro de rede de esgoto e joga tudo no rio... Ai, ai, ai que dor! Maçã do pecado Os jornalistas que cobriram a posse do presidente Jair Bol­sonaro (PSL) passaram traba­lhar... Foram acomodados em 12 busos sem ar-condiciona­do. E, curiosamente, não po­deriam, purexemplo, levar ma­çãs ou água mineral. A bendita fruta do pecado. Havia o medo de que algum jornalista jogas­se maçãs na cabeça do presi­dente? Se não fosse trágico, se­ria cômico... Florida A madre superiora diria que é ‘soda, sem açúcar’. Na última coluna de 2018, co­mentei sobre mais uma tem­porada com os mesmos pro­blemas de sempre. E lasquei sobre a famigerada TPA – Taxa de Paciência e Amargu­ra -, que os motoristas têm que pagar pra entrar na capi­tal do mergulho, Bombinhas. No lombo Pois não é que, no apagar das luzes de 2018, foi anun­ciada mais uma carcada no lombo dos turistas de fora e nos turistas e nativos da re­gião, que passam por um su­foco na estrada até chegar à capital do mergulho? Ago­ra, uma caranga paga escor­chantes R$ 27,50. Presente do governo do prefeito Pau­linho Bagual, ops, Dalago (DEM). TPA A bendita taxa teria sido criada pra ser um investi­mento no meio ambiente, supostamente, que seria de­gradado com os milhares de turistas na city praiana. Os turistas degradam o meio ambiente? Ah, mas sem os turistas, como viveria a ati­vidade econômica da cida­de que é calcada no turismo? Quem vai a Bombinhas paga duas vezes; paga pra entrar e paga pra tudo o mais. Carteiras e cadeiras A prefeita bonitona da ca­pital do ultraleve, Nilza Simas (PSD), ao comentar sobre os seus dois anos de mandato, afirmou que o governo ante­rior (Rodrigo Bolinha/PSDB), comprou carreta de carteiras e cadeiras sem ter escola pra colocar. E que no parque das Capivaras tinha um depósi­to com as carteiras jogadas. Fez Nilza lascou que praque­les que não acreditam, as carteiras estão lá no depósi­to. Seria interessante saber se a prefeita tomou algum tipo de atitude relacionada a essa compra de cadeiras e cartei­ras, sem ter escola pra colo­car?


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