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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Empate justo


Marcílio Dias e Joinville protagonizaram um dos melhores jogos da temporada no último sábado, ao empatarem em 1 a 1 no Gigantão das Avenidas. Os dois times procuraram o gol, criaram oportunidades, mas esbarraram na trave, nos goleiros e na própria falta de pontaria para vencer o jogo. Diante do líder da chave, a vitória seria fundamental para o Marinheiro, mas não perder a partida manteve a distância de três pontos do rubro-anil para a primeira colocação e colado no G4, atrás do quarto colocado apenas no saldo de gols. O Marcílio levou 20 minutos para se encontrar na partida e encaixar a marcação, mas depois equilibrou o confronto e tomou conta das ações ofensivas no primeiro tempo. A etapa final, com o gol do JEC com um minuto, forçou o Marinheiro a ir em busca do empate, que veio no pênalti sofrido e convertido por Anderson Ligeiro. A partir do 1 a 1 no placar, os times tentaram buscar o segundo gol a todo custo, mas nenhum deles teve competência pra isso. No fim das contas, o empate foi o resultado mais justo pelo que os dois times jogaram, mas em um campeonato de nível técnico baixo, como a série D do Brasileiro, o torcedor ficou satisfeito com a atuação do Marcílio diante de um JEC muito fortalecido em relação ao Catarinense.

Coragem pra mexer

Para evoluir na série D, o Marcílio Dias precisa passar por cima do pragmatismo que se tornou marca registrada do Marinheiro nos últimos anos. A demora para mexer na equipe titular, repetindo a escalação de jogadores que não estão em um bom momento, atrapalhou o Marcílio nos últimos campeonatos e parece estar acontecendo novamente nesse Brasileiro. Diego Silva e David Batista são jogadores importantes para o grupo, experientes, bem quistos pelos companheiros, mas que infelizmente não estão em condição física de começar jogando. Em um campeonato de mais imposição física do que técnica, eles não estão acompanhando o ritmo dos companheiros e dos adversários e o rendimento coletivo da equipe acaba prejudicado. Nos últimos jogos, quando as alterações são feitas no segundo tempo, o time ganha na questão física e se torna mais efetivo, tanto é que todos os gols do Marcílio foram marcados na etapa final.

Sequência decisiva

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Coragem pra mexer

Para evoluir na série D, o Marcílio Dias precisa passar por cima do pragmatismo que se tornou marca registrada do Marinheiro nos últimos anos. A demora para mexer na equipe titular, repetindo a escalação de jogadores que não estão em um bom momento, atrapalhou o Marcílio nos últimos campeonatos e parece estar acontecendo novamente nesse Brasileiro. Diego Silva e David Batista são jogadores importantes para o grupo, experientes, bem quistos pelos companheiros, mas que infelizmente não estão em condição física de começar jogando. Em um campeonato de mais imposição física do que técnica, eles não estão acompanhando o ritmo dos companheiros e dos adversários e o rendimento coletivo da equipe acaba prejudicado. Nos últimos jogos, quando as alterações são feitas no segundo tempo, o time ganha na questão física e se torna mais efetivo, tanto é que todos os gols do Marcílio foram marcados na etapa final.

Sequência decisiva

O Marcílio Dias terá uma sequência de seis partidas contra três equipes a partir de agora na série D, enfrentando Juventus, Esportivo e Caxias, concorrentes diretos na classificação. É fundamental para o Marinheiro não perder, mas principalmente vencer pelo menos um dos dois confrontos que terá com cada um desses adversários. Se conseguir vencer em casa e pontuar fora, o Marcílio terá a situação dentro do G4 muito bem encaminhada. O primeiro adversário da série é o Juventus, fora de casa, no domingo. Embora venha mal na competição, com apenas dois pontos, o Moleque Travesso é um adversário duro e que está muito pressionado, em especial o seu treinador Pingo.


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