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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

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O campeonato Brasileiro da série D de 2021 acabou para o Marcílio Dias no último sábado. Mesmo com a vitória sobre o Aimoré por 3 a 2, no Gigantão, o Marinheiro ficou de fora do G4 da primeira fase com 18 pontos. O Marcílio fez a mesma pontuação que Esportivo, Caxias e Juventus, mas atrás de todos no saldo de gols. Os dois gaúchos avançaram, enquanto os catarinenses ficaram pelo caminho. Essa eliminação é um reflexo do início muito ruim do Marinheiro na competição, que começou com uma goleada sofrida por 4 a 1 para o Aimoré, e teve ainda derrotas por 2 a 0 em jogos contra Juventus, Caxias e Cascavel fora de casa. A preparação para a série D já foi inadequada, com um grupo de atletas bem reduzido após a saída de mais de 10 jogadores ao término do Catarinense, e os reforços que eram tão necessários chegaram na reta final. O volante Moisés só estreou no returno, assim como Magrão também voltou a zaga nesse período. O lateral direito Victor Guilherme e o atacante Breno chegaram nas rodadas finais. Esses dois últimos foram importantes na grande virada contra o Aimoré, comandada por uma partida sensacional de Wellington. Com esses jogadores e sob o comando de Paulo Foiani, o Marcílio voltou a ser um time organizado, já que Teco perdeu a mão do time no Brasileiro e não conseguiu mais encaixar uma formação que fosse competitiva, principalmente nos jogos fora de casa. Talvez se Foiani tivesse chego mais cedo, o Marcílio teria somado pelo menos um ponto a mais, que já seria o suficiente para terminar a fase em terceiro lugar. Os quatro empates em casa, contra Cascavel, Joinville, Juventus e Caxias também foram decisivos para a pontuação baixa.

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Apesar da eliminação precoce, o que não acontecia desde 2019 no Marinheiro, já que de lá pra cá o clube avançou da primeira fase em todas as competições que disputou, não existe terra ...

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O campeonato Brasileiro da série D de 2021 acabou para o Marcílio Dias no último sábado. Mesmo com a vitória sobre o Aimoré por 3 a 2, no Gigantão, o Marinheiro ficou de fora do G4 da primeira fase com 18 pontos. O Marcílio fez a mesma pontuação que Esportivo, Caxias e Juventus, mas atrás de todos no saldo de gols. Os dois gaúchos avançaram, enquanto os catarinenses ficaram pelo caminho. Essa eliminação é um reflexo do início muito ruim do Marinheiro na competição, que começou com uma goleada sofrida por 4 a 1 para o Aimoré, e teve ainda derrotas por 2 a 0 em jogos contra Juventus, Caxias e Cascavel fora de casa. A preparação para a série D já foi inadequada, com um grupo de atletas bem reduzido após a saída de mais de 10 jogadores ao término do Catarinense, e os reforços que eram tão necessários chegaram na reta final. O volante Moisés só estreou no returno, assim como Magrão também voltou a zaga nesse período. O lateral direito Victor Guilherme e o atacante Breno chegaram nas rodadas finais. Esses dois últimos foram importantes na grande virada contra o Aimoré, comandada por uma partida sensacional de Wellington. Com esses jogadores e sob o comando de Paulo Foiani, o Marcílio voltou a ser um time organizado, já que Teco perdeu a mão do time no Brasileiro e não conseguiu mais encaixar uma formação que fosse competitiva, principalmente nos jogos fora de casa. Talvez se Foiani tivesse chego mais cedo, o Marcílio teria somado pelo menos um ponto a mais, que já seria o suficiente para terminar a fase em terceiro lugar. Os quatro empates em casa, contra Cascavel, Joinville, Juventus e Caxias também foram decisivos para a pontuação baixa.

Vida que segue

Apesar da eliminação precoce, o que não acontecia desde 2019 no Marinheiro, já que de lá pra cá o clube avançou da primeira fase em todas as competições que disputou, não existe terra arrasada no Gigantão. Fica a lição de que a série D, apesar de fraca tecnicamente, exige um planejamento e um elenco mais completo. Em 2022 o Marcílio tem a vaga garantida e poderá entrar mais organizado, aí sim brigando pelo acesso à série C. Não podemos deixar de citar também as grandes dificuldades financeiras pelo qual o clube atravessa. Já se passou um ano e meio desde o início da pandemia que afetou diretamente a receita do clube, que está sem público no estádio desde então. A diretoria priorizou o Catarinense, fez um investimento que rendeu o quarto lugar, e foi obrigada a cortar custos no segundo semestre. Para o torcedor fica a frustração de uma campanha ruim no Brasileiro, mas infelizmente, nesse momento foi preciso priorizar o equilíbrio financeiro. A Copa Santa Catarina começa daqui duas semanas e é uma nova chance para o Marinheiro buscar a sonhada vaga na Copa do Brasil. Foiani ganhou duas semanas para trabalhar focado na competição e o Marcílio sabe que precisa de pelo menos cinco reforços urgentes se quiser brigar pelo título.


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