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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Marinheiro forte pelo título


Marinheiro forte pelo título
(foto: divulgação)

A campanha do Marcílio Dias na primeira fase da Copa Santa Catarina fala por si: líder, invicto e com o melhor ataque. Tirando o início irregular, muito em função dos erros e teimosias do técnico Jorginho, o Marinheiro entrou no eixo sob o comando de Rogério Corrêa e navegou quase que em águas tranqüilas para encaminhar a primeira posição com quatro vitórias e dois empates com o novo treinador. Mérito de Corrêa, que soube agregar ao grupo a organização que faltava e ainda trazer o vestiário para si e para o clube, conscientizando jogadores da importância do título para o Marinheiro e sua torcida. Rogério teve que mexer muito na equipe nos últimos jogos, aproveitou para poupar atletas desgastados fisicamente e ainda fazer uma limpa nos pendurados. Ainda assim se manteve invicto e não precisou forçar muito o jogo para vencer e eliminar o Joinville no último domingo, em Itajaí, por 2 a 0. Mesmo desfalcado, o Marinheiro teve total controle sobre o jogo, não foi ameaçado pelo JEC, e construiu seu resultado furando a retranca de um desesperado e fraco Joinville, que precisava do empate para se classificar. A torcida festejou muito na arquibancada a queda do rival, mas esse foi só mais um capítulo da história que está sendo escrita. O Marcílio tem hoje o que faltou no Catarinense e no Brasileiro de 2022: elenco qualificado e com reposição de peças. Esse “rodízio” forçado entre os titulares serviu para mostrar que o Marinheiro tem boas opções também no banco, e isso é um requisito básico para um time que quer ser campeão.

Novo capítulo

A primeira fase passou e deixou um legado importante: o Marcílio tem a vantagem de decidir em casa os jogos de mata-mata e ainda joga por igualdade na soma de resultados nos confrontos de semifinal e de uma possível final. Mas agora a história é outra. É um novo capítulo e é preciso respeitar muito o Carlos Renaux, única equipe que o Marcílio não venceu na primeira fase, com dois empates. O time do Marinheiro é mais qualificado, os números mostram isso, mas o Renaux tem um sistema defensivo muito organizado. Em outras duas oportunidades o Marcílio “sobrou” na primeira fase, disparou no primeiro lugar, mas caiu no mata-mata. Então, todo cuidado é pouco, e é preciso muita seriedade e foco para vencer primeiro o Carlos Renaux, e depois pensar na decisão.

O primeiro jogo, em Brusque, será fundamental e o Marinheiro tem que ir em busca da vitória, mesmo que o empate esteja a seu favor. Certamente a torcida rubro-anil estará presente em grande número e isso é mais um fator importante para abrir vantagem na semifinal.


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